A Mensagem Por Trás da Música

Este hino foi elaborado para celebração da Páscoa, o feriado mais significativo para o Cristianismo, uma vez que celebramos a ressurreição de Jesus, rememorando sua morte na cruz para nos redimir de todo o pecado e nos reconectar a Deus.

 

A estrutura de Agradeço (Pelo Seu Sangue) é simples e direta. Ele apresenta-­se como uma oração de agradecimento e exaltação dirigida a Jesus Cristo, trazendo à tona todo o significado que os dias da Páscoa têm em nossa vida.

 

As estrofes foram elaboradas em ordem cronológica, de forma que cada verso se apresenta como um motivo único pelo qual nós somos eternamente gratos a Jesus. É como se cada verso se ligasse à primeira frase do refrão, sendo verdadeiro adjunto causal do verbo agradecer, cujo objeto indireto é Jesus, a quem se agradece (por ex.: Eu agradeço, Jesus lhe agradeço pelo seu sangue que derramou ).

 

Se as estrofes demonstram os motivos pelos quais agradecemos, o refrão e a ponte do hino são frases de exaltação plena ao nome de Jesus – o que será detalhado mais a frente.

 

Feita essa introdução a respeito da estrutura da música, passemos à análise de sua letra propriamente.

 

Estrofe I

 

A primeira estrofe representa a sexta-­feira da Paixão e todo o sofrimento que Jesus assumiu em nosso lugar para cumprir o plano de Salvação para a humanidade.

 

Ao tomar a cruz, Jesus, que é santo e nunca cometeu pecado algum, tomou para si todo o pecado da humanidade e levou­-o consigo até o sacrifício final (No entanto, era o nosso sofrimento que ele estava carregando, era a nossa dor que Ele estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das suas próprias culpas que Deus o estava castigando, que Deus o estava maltratando e ferindo. Porém, ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigados por causa das nossas maldades. – Isaías 53:4­5a NTLH). Ali, como representante de todos nós, Ele foi castigado. Ao passo que seu sangue escorria na madeira, metaforicamente, este sangue nos lavava de nossas iniquidades e nos purificava de todo pecado [1]. Foi pelo sangue que Ele nos justificou. Assim, consideramos essencial se iniciar esta oração de gratidão pelo sacrifício de Jesus na cruz agradecendo­-o pelo seu sangue que derramou.

 

No 19º capítulo do Evangelho de João, a Bíblia nos conta que durante o julgamento de Jesus perante Pilatos, Ele recebeu uma coroa de espinhos na cabeça [2]. Justamente Ele, que veio à Terra como Profeta, Sacerdote e Rei.

 

O natural seria que Jesus, sendo Rei, recebesse uma coroa de ouro, cuja confecção demonstrasse toda sua majestade.

 

No entanto, a origem do reinado de Jesus não foi semelhante à dos reinos humanos. Jesus, tornando-­se humano, não assumiu a posição de governante, mas de servo. Viveu [...] a vida comum de um ser humano, ele foi humilde e obedeceu a Deus até a morte – morte de cruz [3]. É daí que advém o Reinado de Jesus – veja o que Paulo escreve: Por isso [isto é, por causa de sua humildade e obediência] Deus deu a Jesus a mais alta honra e pôs nele o nome que é o mais importante de todos os nomes, para que em homenagem ao nome de Jesus, todas as criaturas no céu, na terra e no mundo dos mortos, caiam de joelhos e declarem abertamente que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus, o Pai.” [4].

 

Podemos assim considerar que a humildade e obediência que levaram Jesus à cruz são as mesmas características que o exaltaram à mais alta honra. A coroa de espinhos que Ele usou vale mais do que qualquer coroa de ouro ou qualquer metal precioso. Seu valor traz à tona a dor e a humilhação que sofreu em nosso lugar no caminho do julgamento à cruz; da cruz à morte; da morte à vida: vida eterna. Por isso o agradecemos pela coroa que ostentou [5].

 

Pelos espinhos que suportou. Neste verso, não consideramos apenas os espinhos que lhe feriram fisicamente, mas também aqueles que o feriram em sua alma. Nenhum ser humano experimentará angústia tão grande quanto aquela que Jesus suportou no Getsêmani. A Bíblia nos diz que, orando com todas as forças que tinha, seu suor era como gotas de sangue caindo no chão [6]. Já mencionamos aqui que o Salvador tomou para si as dores de toda a humanidade – era o nosso sofrimento estampado nEle. Tal fardo foi colocado sobre seus ombros e ele os carregou. Tudo isso para que pudesse garantir a nós, seus seguidores, um jugo suave e um fardo leve [7].

 

Note-­se que a imagem de espinhos para simbolizar grande angústia é utilizada por Paulo ao se referir ao espinho na carne que tanto lhe causava dor espiritual. É importante destacar que foi a convivência com tal espinho que o fez escrever sobre a suficiência da graça e a sobreposição da força divina sobre a fraqueza humana [8].

 

Por fim, terminamos a primeira estrofe com um agradecimento que poderia sintetizá-­la: e pela vida que entregou. E aqui, a expressão é literal e significativa: Jesus não foi morto; Ele entregou Sua vida por nós.

 

Na Carta aos Gálatas, Paulo destaca: em obediência à vontade do nosso Deus e Pai, Cristo se entregou para ser morto a fim de tirar os nosso pecados e assim nos livrar deste mundo mau [9].

 

Com efeito, Jesus é o autor da vida, Ele é o verbo, que existia antes mesmo do mundo ser criado – nEle estava a vida, e a vida era a luz dos homens [10]. Se a vida está nEle, concluímos que seu poder transcende a morte. Jesus, nosso Salvador, não veio para ser morto; Ele veio para se entregar. Ele não foi vencido pela morte, mas encarou­-a e venceu-­a, pois este era o caminho necessário a ser percorrido para que o Plano da Salvação se cumprisse.

 

A segunda estrofe parte justamente do final da primeira e procura demonstrar a vitória que Jesus obteve na cruz, por meio dos efeitos que seu sacrifício produziu na vida de todos quanto crerem nEle como Salvador.

 

O primeiro desses efeitos foi a quitação de nossa dívida; o cumprimento do castigo que deveria recair sobre nós, por causa do nosso pecado.

 

Foi por amor que Jesus entregou Sua vida. Não há dúvidas que foi este o sentimento que o levou até a cruz e que o fez suportar dor inigualável. Na canção De Graça em Graça (Grace to Grace) lançada pelo Hillsong Worship na Páscoa de 2016, há uma frase que evidencia bem o amor irrestrito de Jesus por nós: que outra alegria poderia encontrar além do túmulo, se o seu amor achou que a minha alma valia sua morte [11].

 

Amor que se esvaziou da própria Glória Divina para pagar o preço de nossos pecados – pelo amor que o preço pagou. A morte de Jesus transforma a condição humana diante de Deus, uma vez que este preço não pode ser superado por nada. O preço pago foi o sangue derramado – este sangue, por meio da fé, nos torna justificados.

 

Segundo Charles Leiter, “[...] a justificação acontece com base no pagamento de um resgate; ela acontece com base na satisfação da justiça. Em outras palavras, quando Deus justifica uma pessoa, ele não está mais olhando para a própria pessoa. Ao invés disso, ele está olhando para o sangue de Cristo. Somos ‘justificados pelo sangue’! Deus não justifica um homem com base em qualquer coisa inerente ao próprio homem. [...]” [12].

 

Dessa forma, concluímos que não há nada, em nós, que possa nos tornar justos diante de Deus. A Justiça divina recaiu inteiramente sobre Jesus, pois Ele, sendo santo e puro, assumiu nossa posição e tomou o castigo que nos era reservado. Levando à cruz os nossos pecados, Ele assumiu as consequências da ira de Deus 13, a qual foi derramada sobre o Filho, para que nós pudéssemos ser considerados justos – nós não pagamos pelos nosso pecados, pois o preço foi pago por Jesus.

 

Charles Leiter afirma que o pecado é o problema final do homem, constituído de um aspecto interno e outro externo. O aspecto interno está na própria natureza vil e corrupta do ser humano. Já o aspecto externo reside na culpa objetiva [...] aos olhos da lei de Deus [14].

 

Mas, aí é que está a maravilha em tudo quanto Jesus fez por nós: fomos justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus [15].

 

Citando, novamente, as Escrituras, onde abundava pecado (isto é, em nossas natureza humana), a graça superabundou [16]. Assim, se, por um lado, fomos formados em pecado e estávamos condenados a conviver com esse problema final, Jesus nos dá a graça – de graça e imerecidamente. Ele transforma o ponto final de nossa história em uma vírgula, permitindo que nós continuemos a escrevê-­la a partir de nossa justificação até a vida eterna. Por isso, agradecemos pela sua graça que em mim abundou.

 

A justificação pela graça é consequência do cumprimento do Plano da Salvação, o qual envolveu a morte e a ressurreição de Jesus. Pouco tempo antes de ser entregue a morte, Jesus demonstrou que seu poder é maior do que a morte, ao ressuscitar Lázaro, morto há quatro dias. Nessa ocasião, Ele disse a Maria: Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim ainda que esteja morto, viverá [17].

 

Tais palavras incrivelmente prenunciaram os eventos vindouros, que ratificaram o poder que a cruz derrotou. Por esse poder somos gratos, pois todos estávamos mortos espiritualmente, entregues completamente ao pecado. Fomos libertos e ressuscitamos com Cristo para uma vida de relacionamento direto e íntimo com Deus.

 

Jesus venceu a morte e retirou dela seu poder sobre o ser humano. Em 1 Coríntios 15:56-­57, Paulo destaca: O que dá a morte poder de ferir é o pecado, e o que dá ao pecado o poder de ferir é a lei. Mas, agradecemos a Deus que nos dá a vitória por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. Em algumas traduções, diz­-se que esse poder de ferir é o aguilhão da morte. Este aguilhão foi quebrado por Jesus na cruz. A vitória está nEle; a morte não tem mais poder, pois não pode nos ferir, já que o sangue de Jesus nos purifica e nos justifica diante do Senhor. Em síntese, agradecemos pela vitória que a morte calou [18].

 

Refrão

 

Como já explicado, o refrão sintetiza o sentimento de gratidão e adoração que se baseia nos motivos elencados nas estrofes. Em outras palavras, fundamentamos nas estrofes a razão pela qual cantamos o refrão.

 

Este trecho é um ato de adoração sincera e genuína. É uma adoração baseada na gratidão – Eu agradeço, Jesus, agradeço.

 

Mais do que isso, é uma adoração baseada na excelência de Deus e no reconhecimento de sua soberania e majestade – Seu nome exalto, é Rei dos Reis.

 

Encerra-­se declarando que a gratidão a Jesus é eterna, e isso porque o resultado da nossa salvação nEle também o é, qual seja, a vida eterna – Pra todo sempre, Meu Salvador... Meu Salvador.

 

Ponte

 

A ponte de Agradeço (Pelo Seu Sangue) foi concebida como o ápice do hino, pois traz a síntese da Mensagem da Páscoa: Jesus ressuscitou, foi elevado como Rei dos Reis e é entronizado em nossos louvores.

 

Ao cantarmos este trecho, juntamos nossas vozes ao coro universal e, fechando nossos olhos, vislumbramos a visão de João, retratada em Apocalipse 5:11-­14: "Olhei outra vez e ouvi muitos anjos, milhões e milhões deles! Estavam de pé em volta do trono, dos quatro seres vivos e dos líderes e cantavam com voz forte: ‘O Cordeiro que foi morto é digno de receber poder, riqueza, sabedoria e força, honra, glória e louvor’. Então ouvi todas as criaturas no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, isto é, todas as criaturas do Universo, que cantavam: Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro pertencem o louvor, a honra, a glória e o poder para todo o sempre’. Os quatro seres respondiam: ‘Amém’ e os líderes caíram de joelhos e o adoraram”.

 

O nosso louvor é Santo, Santo é o Senhor, coroado com louvor, meu Jesus ressuscitou!

 

Estrofe III

 

Por fim, a terceira e última estrofe encerra o Plano da Salvação expressando gratidão pelo que ainda vai acontecer.

 

Se a ponte pode ser considerada o clímax do hino, o presente trecho é seu desfecho, uma vez que trata da Esperança de todo aquele que aceitou a Mensagem da Cruz e foi justificado pelo sangue de Jesus. Trata­-se da volta de Jesus.

 

Pouco depois de iniciar suas últimas instruções aos seus discípulos, Jesus lhes assegurou: Na casa de meu Pai há muitos quartos, e eu vou preparar um lugar para vocês. Se não fosse assim, eu já lhes teria dito. E, depois que eu for e preparar um lugar para vocês, voltarei e os levarei comigo para que onde eu estiver vocês estejam também. E vocês conhecem o caminho para o lugar aonde eu vou [19].

 

Obviamente que o Mestre fazia alusão à sua ascensão, que ocorreria dali cerca de quarenta dias. Ao subir aos céus, ressuscitado e glorificado, Ele preparou lugar para todos aqueles que pela fé crerem nEle como único e suficiente Salvador. A gratidão, nesta estrofe, inicia­-se pelo lugar que pra mim preparou – o lugar no céu, na eternidade vivida em sua presença.

 

Este lugar foi revelado a João e é descrito no penúltimo versículo de Apocalipse. Vale a pena destacar alguns trechos desta visão:

 

Então o Espírito de Deus me dominou, e o anjo me levou para uma montanha grande e muito alta. Ele me mostrou Jerusalém, a Cidade Santa, que descia do céu e vinha de Deus, brilhando com a glória de Deus. A cidade brilhava como uma pedra preciosa, como uma pera de jaspe, clara como cristal [20].

 

A cidade era cercada por muros e possuía doze portões, guardados por doze anjos, nos quais estavam escritos os nomes das doze tribos do povo de Israel. Suas medidas são perfeitas, com comprimento igual à largura, formando um quadrado. As muralhas e portões eram todas enfeitadas com pedras preciosas. A rua principal era de ouro puro, claro como o vidro [21]. Este é o lugar que Jesus preparou para nós – esta é a Nova Jerusalém. Certamente que seria possível escrever um hino inteiro retratando-­a, porém, neste hino, em específico, elegemos a rua dourada para simbolizar a majestade de nosso futuro lar; agradecemos pelas estradas que em ouro formou.

 

Seguindo o texto bíblico, João narra: não vi nenhum templo na cidade, pois o seu templo é o Senhor Deus, o Todo ­Poderoso, e o Cordeiro. A cidade não precisa de sol nem de lua para a iluminarem, pois a glória de Deus brilha sobre ela, e o Cordeiro é o seu candelabro [22].

 

Paulo já nos alertara para esta imagem. Em Romanos 8:18 ele declara que tem como certeza que os sofrimentos desta vida (vida terrena) não podem ser comparados com a Glória que em nós será revelada (na vida eterna). Palavras conhecidas dos cristãos, porém, muitas vezes repetidas com um enfoque humanizado, baseado na cessação do sofrimento, quando, na verdade, o real esplendor da mensagem está justamente na revelação plena da Glória de Deus a nós.

 

Por óbvio que ainda não temos estrutura para vê­la, como se denota da passagem em que Moisés pede ao Senhor para ver sua face. A resposta do Senhor é clara: “Não vou deixar que você veja o meu rosto, pois ninguém pode ver o meu rosto e continuar vivo” [23].

 

Embora tenhamos, na Terra, vislumbres da Glória de Deus, não temos acesso a sua completude. Só a teremos após sermos transformados; após sermos glorificados com o Filho. Assim é que, pela fé, a gratidão se explicita na letra deste hino: pela sua glória que plena eu verei [24].

Essa é uma realidade sem prazo de validade e sem restrições – esta é a vida eterna. A vida que esperam aqueles que foram salvos e justificados pelo Sangue do Cordeiro, derramado na cruz. Por isso, encerra­-se esse hino agradecendo pela eternidade que eu viverei.

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[1] Ver Hebreus 9:22-­28.

[2] “Depois os soldados fizeram uma coroa de ramos cheios de espinhos e a puseram na cabeça dele, e o vestiram com uma capa vermelha” João 19:2.

[3] Filipenses 2:7-­9.

[4] Filipenses 2:9-­11.

[5] Vale mencionar: o significado do verbo ostentar é exibir; estampar; mostrar orgulhosamente. No verso em destaque, utilizamos um jogo de palavras que remete ao próprio significado da coroa de espinhos. Os reis humanos ostentam coroas de ouro, símbolo de toda sua autoridade. Jesus, por sua vez, ostentou espinhos, não o fazendo de maneira orgulhosa, mas humilde. Pois bem, é a vitória sobre esta coroa que simboliza sua autoridade sobre a morte. Ostenta­se aquilo que dá poder – e foi a partir desta coroa de espinhos que Jesus mostrou seu poder, ressuscitando no terceiro dia após ser crucificado.

[6] Lucas 22:44

[7] V. Mateus 11:28­-30

[8] V. 2 Coríntios 12:1-­9.

[9] Gálatas 1:4

[10] João 1:4

[11] What joy could You see beyond the grave// If love found my soul worth dying for.

[12] LEITER, Charles. Justificação e regeneração, p. 43.

[13] Sobre a ira de Deus, é importante consignar que não se trata de um sentimento similar à ira humana, mas de uma consequência de sua Justiça e da necessidade de extirpação do pecado. Nesse sentido, Charles Leiter coloca: A ira de Deus não é uma perda temporária de autocontrole ou um ataque emocional egoísta. É o seu ódio santo e incandescente pelo pecado, a reação e o asco de sua natureza santa contra tudo o que é mau. A ira de Deus está ligada diretamente à sua justiça. Ela tem a ver com sua determinação justa de punir todo pecado, de equilibrar a balança da justiça e endireitar tudo que está errado. (In LEITER, Charles, Justificação e regeneração, p. 29.).

[14] LEITER, Charles. Justificação e regeneração, p. 26,27.

[15] Romanos 3:24.

[16] Romanos 5:20.

[17] João 11:25.

[18] Neste verso, a palavra morte não significa apenas a morte física, mas a morte espiritual e, principalmente, o poder que o pecado uma vez teve para ferir o ser humano e torna­lo culpável diante de Deus. Ao morrer na cruz por nós, Jesus quebrou os poderes que a morte exercia, trazendo­nos novamente à vida espiritual e à comunhão com Deus e nos garantindo a vida eterna, por meio da salvação pela fé.

[19] João 14:2­-4

[20] Apocalipse 21:9-­11.

[21] Apocalipse 21:12-­21.

[22] Apocalipse 21:22­-23.

[23] Êxodo 33:20

[24] Apenas a título de curiosidade: na primeira versão de Agradeço (Pelo Seu Sangue), este verso era por sua presença pra sempre em meu ser. Ocorre que Apocalipse 21:22­23 (citado acima) nos mostra a falta de sentido em dizer essa frase. Quando formos arrebatados para viver com Cristo, não se fala que teremos a presença de Deus em nosso ser. Na verdade, nós estaremos constante e completamente na presença de Deus. É isso que o versículo denota ao dizer que na Nova Jerusalém não há templo. Não há um lugar de reunião para se buscar a glória de Deus pois estaremos envoltos nela, para todo sempre.